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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Boa condulta para um novo ano de atitudes velhas.

Aconteceu no amanhecer...



Hoje o passado torna-se apenas um mero acontecimento. O que você levou dele?
Concorda, que tu não lembras dos últimos segundos vívidos na noite em que tivesse um ótimo dia?

Mais um pulo ao encontro do possível, e aprendemos a não ser tudo aquilo que somos, mas não conseguimos mudar, afinal, temos personalidade, ou você é movido pela grande massa que lhe diz o que fazer? Acredito que não, você apenas busca ser alguém que não seja diferente dos demais, e se for, você mesmo coloca limites, viu!? Você não é controlado.

É hora da esperança, amizade, bondade, liberdade, entre outros; o que você mudou para que isso aconteça? Você tem personalidade, escolha o que você é, e agora, você mudou?

Vamos nos concentrar em nossa dignidade, vamos observar o que é ser um momento próspero, vamos viver olhando em frente, mas não esqueçam: Não mude, você é este que sempre foi, assim, continue sendo mais uma pessoa egoísta, que não se importa com cada um que está ao seu redor e seja bem vindo a realidade da humanidade.




quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Acorrentados no próprio Fôlego.

O que leva os seres a buscar o seu próprio conforto privando-se da liberdade?


Hoje temos inúmeras questões discutidas e o que encontramos são os mesmos temas, as mesmas críticas, as mesmas soluções e o mesmo erro cometido; Crianças buscam cada vez mais a sua liberdade, independência e conforto, esquecem que um dia irão sentir saudades do que nunca foi vivido pelas mesmas, olham ao redor e vêem casas sem cores, muros em forma de arte, confusas, porém, arte, eles querem ir aonde não se deve ir por conseqüência de uma mera cultura que diz: O seu lugar não é no arranha-céu, seu lugar é no solo pobre e fértil que esquenta os seus pés até o ardor ficar insuportável, porque nem a sandália você pode ter, nem um centímetro para acrescentar na sua altura insignificante.

Comem o que foi cuspido, imploram pelo que é desperdiçado, amigo intimo do advérbio de negação, o coloquial “NÃO”, procura o fato de estar ali e acha o que lhe levou a não estar . Conviver com a realidade de não saber o amanhã, de não saber para onde estar indo e acrescentar em sua memória as lágrimas derramadas em mais um dia de fome.

A facilidade de obter o que não poderia ter, sem seguir os passos, o caminho que é trilhado por todos aqueles que conseguiram a sua conquista armazenada em objetos resguardando lembranças de um dia nunca mais vivido; a facilidade de encontrar a escada para a satisfação e tocar nas nuvens chuvosas do seu céu particular.